Depressão e antidepressivos

27/08/2011 13:18

 

 
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Depressão e Antidepressivos

por Hee Jin Myung - myungheejin@yahoo.com.br

A depressão é um estado de rebaixamento do humor, redução de energia e de atividade, muitas vezes acompanhada de perda de interesse, fadiga, alteração do sono e do apetite, diminuição da auto-estima e idéias de culpa e ruina. 

A depressão pode ser causada por culpa, perdas (materiais ou de entes queridos), doença grave, ação de obsessores, acúmulo de tristezas de vidas passadas ou porque o indivíduo está fora do seu propósito de vida. 

Para se libertar da depressão é necessário detetar a origem do problema e arrancar o mal pela raiz. 

O que o antidepressivo faz? Ele aumenta o nível de substâncias que causam bem-estar (serotonina, noradrenalina, dopamina). Eles agem no sintoma e não na causa da depressão. Por isso esses medicamentos devem ser usados apenas até que se determine e se trate a causa da depressão. 

Como determinar e tratar a causa  da depressão? Através das diversos tipos de terapia que existem (terapia de vidas passadas, psicotranseterapia, terapia holística, psicanalítica, etc..) 

O grande perigo de quase todas as substâncias que agem no cérebro é que eles têm dois tipos de efeitos no cérebro: o efeito imediato e o efeito residual.   

Todas as células do corpo apresentam efeito imediato diante de substâncias químicas, mas somente o cérebro tem efeito residual. 

Efeito residual são as modificações induzidas que persistem mesmo após a suspensão da medicação. 

Por que acontece o efeito residual no cérebro? 

1) Os neurônios são as únicas células do corpo que não se renovam. 

2) O cérebro é a sede da memória, nenhuma memória pode ser apagada, pois ela é repassada para o perispírito  e fica gravada nela para sempre. 

3)As substâncias químicas que agem no cérebro fazem adormecer a consciência. 

Evoluir é despertar a consciência cada vez mais. Se o indivíduo usa uma substância que faz adormecer a consciência, ele simplesmente vai parar de evoluir. 

Mulher de 40 anos de idade, veio com a queixa de que não conseguia se realizar na vida. Tinha feito faculdade e doutorado, mas estava desempregada. Dizia:"Parece que parei de crescer emocionalmente, até hoje dependo da minha mãe para tudo". Há 15 anos fazia uso de antidepressivos. Note-se que ela parou de crescer em todas as áreas da vida exatamente quando começou usar antidepressivos. 

Na primeira vivência, foi uma rainha rica e poderosa. Nunca casou porque não queria ter ninguém mandando nela. 

Usava os homens como se fossem objetos e quando enjoava deles, os descartava. Era orgulhosa, egoísta e devassa. 

Só viveu para se dar prazer a satisfazer os seus caprichos. Quando um pobre vinha pedir ajuda, expulsava-os do palácio dizendo: ,Vocês é que tem que me sustentar e não eu a vocês". Odiava os pobres com todas as suas forças. 

Na segunda vivência foi filha caçula de um casal muito pobre e tinha sete irmãos.Eram camponeses e moravam nas terras de um senhor feudal. 

Trabalhava de sol a sol apenas para não morrer de fome, pois quase tudo que era produzida da terra era entregue ao senhor feudal. 

Viveu com muita revolta contra o sistema feudal e morreu bem velhinha com muitas dores e doenças. 

Pessoas que em vidas passadas foram reis e rainhas voltam ao novo corpo sentindo um vazio muito grande. É como se no fundo eles soubessem que foram ricos e poderosos e de repente tudo tivesse sido tirado deles. Alguns dos pacientes mais graves  que conheci em hospitais psiquiátricos foram reis e rainhas em vidas passadas.

Após a terapia de vidas passadas percebeu que era necessário fazer uma escolha: crescer espiritualmente ou continuar com a medicação.  

Texto revisado